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Carolina Ferraz expõe experiência com “chip da beleza”

Carolina Ferraz revelou em podcast que dispositivo hormonal para menopausa causou algumas reações que incomodaram.

Carolina Ferraz relatou sua experiência negativa com o uso do “chip da beleza” como método de reposição hormonal na menopausa. A apresentadora da Record fez o desabafo durante participação no podcast MenoTalks, nesta quinta-feira (24). Aos 57 anos, ela descreveu como o dispositivo hormonal provocou alterações comportamentais significativas.

Carolina Ferraz expõe experiência com "chip da beleza"
Carolina Ferraz expõe experiência com "chip da beleza" – Foto: Reprodução/Instagram

O tratamento, que deveria auxiliar na reposição hormonal para enfrentar os sintomas da menopausa, causou desconforto psicológico para a artista. O dispositivo precisa permanecer no organismo por seis meses, período durante o qual Carolina Ferraz percebeu mudanças que a incomodaram.

“Coloquei aquele chip da beleza, me entupiu de testosterona. Eu entrava no Uber e falava: ‘Hum bonitinho’. Falei: ‘Isso não está bom’. Passa a pessoa e você fala: ‘Hum’. Não sou eu, não está bom para mim. Você tem que ficar com o negócio seis meses, fiquei meio traumatizada”, declarou a apresentadora.

A atriz explicou que não realizou a reposição hormonal no momento adequado, o que resultou em consequências para sua saúde. “E eu perdi a janela de fazer a reposição no momento certo para não ter perda óssea, tanta perda de massa magra. Estou agora retomando a reposição, já aconteceu o estrago que acabou acontecendo porque não fiz a reposição, deixa eu cuidar daqui para frente”, afirmou.

Apesar da experiência negativa com o “chip da beleza”, Carolina Ferraz manifestou apoio ao conceito de reposição hormonal. “Sou super a favor da reposição. É porque tive uma experiência muito infeliz”, disse a apresentadora.

A artista não forneceu detalhes sobre quando iniciou o tratamento com o dispositivo ou especificações sobre o tipo utilizado. Atualmente, ela retoma a reposição hormonal com outro método após a experiência que classificou como traumática.

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