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Erika Januza revela comentário racista que escutou de colega

Erika Januza compartilhou episódio de racismo ocorrido em 2013 e mostrou coleção de capas de revistas que contradizem comentário.

Erika Januza revela comentário racista que escutou de colega
Erika Januza revela comentário racista que escutou de colega - Foto: Reprodução/Instagram

A apresentadora do programa Saia Justa, Erika Januza, revelou ter ouvido de um colega de trabalho que “negro não vende” quando tentava construir sua carreira artística. A declaração foi compartilhada pela atriz em suas redes sociais nesta segunda-feira (25), ao mostrar sua coleção de capas de revistas emolduradas que contradizem o comentário discriminatório recebido em 2013.

Erika expôs o episódio de racismo ao exibir sua parede com diversas capas de revistas que estampou ao longo da trajetória profissional. O comentário preconceituoso partiu de um profissional que deveria apoiar sua carreira após seu primeiro trabalho.

“No início da minha carreira, em 2013, eu tinha feito meu primeiro trabalho e estava cheia de esperança e sonhos. Uma pessoa que trabalhava comigo, que tinha que me impulsionar, me jogar para frente, falou ‘capa de revista é difícil porque negro não vende’. Aquilo me deixou bem para baixo, mas nunca desisti”, afirmou a apresentadora.

Ao mostrar sua coleção de capas emolduradas, Erika Januza destacou o significado especial que elas representam em sua trajetória. “Tenho muito amor por cada uma delas, não só por ter ouvido isso, mas porque é o reconhecimento de um trabalho. Se você sai numa capa de revista, é porque tem algo relevante para mostrar e falar, e aquele veículo se importou”, declarou.

A atriz também refletiu sobre como superou a previsão negativa que recebeu no início da carreira. “Tem uma carreira junto com cada uma delas que um dia alguém falou que eu não poderia fazer”, disse Erika sobre as capas que conquistou.

Em suas redes sociais, a apresentadora compartilhou ainda reflexões sobre suas dificuldades com autoaceitação durante a juventude. “A fase que eu menos tive aceitação foi na minha juventude. Não me aceitava. Eu colocava pregador no nariz porque queria que ele afinasse, toalha na cabeça porque queria ter cabelo grande, usava duas calças para ter um pouquinho mais de corpo, porque eu era muito magra. E aquilo me fazia mal”, relatou.

Erika questionou as dificuldades do processo de autoaceitação. “A gente fica nessa coisa de ‘tem que se amar’, mas é difícil. Porque, ok, você tem que se amar, mas quando você não está bem, você faz o quê?”, indagou.

A apresentadora finalizou com uma reflexão sobre individualidade. “Tem que jogar com a realidade que está o tempo todo te mostrando que você não está dentro dos padrões do que as pessoas dizem que é certo ou que é o errado. Eu estou numa vibe de pensar assim: ‘Você é única. Só tem uma Erika’. Deus jogou a Erika para que ela construísse o caminho dela, a história dela, com as minhas marcas, com as minhas imperfeições. E eu aprendi a lidar com elas”, afirmou.

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